segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

MATERIAL PARA DOWNLOAD


Suporte pedagógico de qualidade e gratuito?
SIM!
Material pronto para baixar e imprimir?
SIM!
Apostilas digitais e de todas as modalidades?
SIM!

    Clique nos links abaixo e tenha acesso aos Cadernos de Atividades de 1º ao 9º ano com os componentes curriculares. São sugestões que podem ser adaptadas de acordo com a realidade do aluno. APROVEITEM!

💻 Caderno de atividades 1º ano CLIQUE AQUI

💻 Caderno de atividades 2º ano CLIQUE AQUI

💻 Caderno de atividades 3º ano CLIQUE AQUI

💻 Caderno de atividades 4º ano CLIQUE AQUI

💻 Caderno de atividades 5º ano CLIQUE AQUI

Materiais gratuitos para baixar e imprimir



💻 Caderno de atividades 6º ano CLIQUE AQUI

💻 Caderno de atividades 7º ano CLIQUE AQUI

💻 Caderno de atividades 8º ano CLIQUE AQUI

💻 Caderno de atividades 9º ano CLIQUE AQUI

Material compartilhado SEMED/Campo Grande.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

POR: REVISTA NOVA ESCOLA

 O que ensinar em 2021: material mostra prioridades para o planejamento

Guia em PDF resume os objetivos de aprendizagem dos nove anos do Ensino Fundamental, de acordo com a BNCC, e aponta caminhos 2021.

Com tempo reduzido e desafios do ensino remoto, professores precisarão pensar em quais serão os focos do trabalho.

    Mesmo em dois anos atípicos, como 2020 e 2021, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) segue sendo a principal referência para que professores saibam o que devem abordar em cada ano do Ensino Fundamental. Mas, com os desafios impostos pela pandemia de covid-19, será necessário definir focos para o trabalho. “Algumas habilidades estão mais fortemente relacionadas à progressão das aprendizagens e, por isso, nós as consideramos como aprendizagens focais”, afirmou a especialista Kátia Chiaradia durante o webinar “Fechamento de ano e planejamento - Ideias para a transição entre 2020 e 2021”, realizado por NOVA ESCOLA.

    Nos e-books O que ensinar em 2021, disponíveis abaixo, NOVA ESCOLA apresenta um resumo dos objetivos de aprendizagem e das habilidades selecionados pelos especialistas do Instituto Reúna, que elaboraram os Mapas de Foco (documentos voltados às redes de Educação para apoiar a priorização dos currículos). O material pode servir como um direcionador do planejamento do professor no início do ano do letivo, mostrando quais serão os grandes caminhos que deverão ser percorridos em cada ano do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas.

Faça o download gratuitamente:

BAIXAR E-BOOK: O QUE ENSINAR EM 2021 - 1° AO 5° ANO CLIQUE AQUI

BAIXAR E-BOOK: O QUE ENSINAR EM 2021 - 6° AO 9° ANO CLIQUE AQUI

Clique AQUI e assista ao webinar "Fechamento de ano e Planejamento - Ideias para a Transição entre 2020 e 2021".


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

RESULTADO DA ENQUETE

RESULTADO DA ENQUETE PARA ESCOLHA DO NOME DO BLOG

    Votação realizada entre os dias 04 a 09 de fevereiro para a escolha no nome de nossa nova ferramenta de divulgação das ações pedagógicas das escolas da zona rural e também de materiais prontos para download.

    Escolha feita pelos profissionais de Educação e referendada pelo resultado abaixo:


Com 25,2% o nome escolhido para nosso blog é Educampo CTA.


👉 Blog batizado e pronto para divulgar as ações pedagógicas. 

💻📲 Produziu?

💻📲 Quer compartilhar?

💻📲 Procure seu coordenador pedagógico e vamos juntos divulgar seu trabalho.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Escolha do nome do blog da Educação do Campo

 Novo blog da educação do campo

    Esta será mais uma ferramenta que irá aproximar as experiências pedagógicas, o conhecimento e as metodologias com o objetivo de divulgar o trabalho de todos os profissionais da educação coroataense.

👨🏽‍🏫🧑🏼‍🏫 Esse ambiente virtual é nosso, APROVEITEM!!!!

👉 Produziu algo bacana e contribuiu com o conhecimento dos nossos alunos? SIM! 

💻📱 Quer compartilhar?? 

Use o BLOG!!!!


👉👉 Teremos um ambiente completo com notícias, ações pedagógicas, fotos, vídeos, músicas, acervo digital para download das atividades divididas por modalidade, espaço para acesso a sites de formação continuada, link de acesso a revista Nova Escola online e muito mais... 

📱🖥️ ACESSE, CONFIRA E VOTE!!!!

👉 VOTE ATÉ O DIA 09/02/2021 PARA ESCOLHER O NOME DO NOSSO BLOG! 

 🎯 CONTAMOS COM VOCÊ!

O MUNDO PRECISA CONHECER O PROFISSIONAL DE EXCELÊNCIA QUE VOCÊ É!!!!


Clique no link abaixo para votar:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdhUaN9kRLZIn3pmWNr_QaQM891uDahhUdjZI0__ovvn4WlGQ/viewform?usp=sf_link

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Educação


 
Secretaria Municipal de Educação retoma aulas em regime de alternância em 1º de março.


Coordenação de Ensino da Sede


Coordenação de Ensino da Zona Rural


    O Secretário de Educação, Eldo de Melo Viana confirmou, nesta quinta-feira (28), em reunião com a Equipe da SEMED, o retorno das aulas em regime de Alternância da rede municipal de ensino para 1º de março do ano em curso. Para o encontro, foram convocados Gestores e Coordenadores de escolas da sede e da zona rural, além de representantes da Secretaria Municipal de Saúde, onde foram orientados sobre as medidas que serão adotadas de acordo com o Departamento de Vigilância Sanitária em Saúde, que definiu regras de flexibilização da Covid-19, conforme Célia Vilarino, Coordenadora do departamento de Epidemiologia de Coroatá – MA. 

    Foram anunciadas medidas em regime de alternância, além da adoção da regra da capacidade de 50% de alunos por sala de aula em conformidade com os protocolos sanitários e com as ações para conter a doença a fim de não comprometer os profissionais e os alunos. Foi definido, também, que dia 10 de fevereiro será a data marcada em que os professores efetivos, reintegrados e estatutários da educação retornarão para as unidades de ensino, onde, durante o período em que antecede o início das aulas, será elaborado todo o planejamento para ano letivo de 2021.


Confira a reportagem completa:
 

   

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Início do ano letivo escolar

 Secretaria Municipal de Educação realiza planejamento para início das aulas.


REUNIÃO REALIZADA NO COMPLEXO EDUCACIONAL

     Membros da Coordenação de Ensino da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) se reuniram na última quarta-feira(20) para traçarem metas à respeito do reinicio das aulas. O encontro aconteceu na biblioteca do Complexo Educacional de Ensino Fundamental onde a equipe avaliou a forma de trabalho desenvolvida no ano anterior e planejou a nova metodologia de ensino do ano em curso, que continuará diferenciada em virtude da pandemia da Covid-19.

     A nova metodologia de educação adotada pela SEMED será oferecida em regime de alternância, ou seja, haverá revezamento entre os alunos. Enquanto a metade da turma participa das aulas presenciais, a outra  permanece em casa realizando atividades propostas pelos professores.

    O intuito da gestão do prefeito Luís da Amovelar Filho é garantir aos educandos o que lhes é de  direito, uma educação de qualidade tentando minimizar os danos causados pela pandemia.



quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Educação coroataense em foco

 Pedagogia de alternância: a metodologia que mantém os jovens no campo

Este método intercala um período de convivência na sala de aula com outro no campo para diminuir a evasão escolar em áreas rurais.


    A vida no campo também ensina. Esse é o preceito básico da Pedagogia de Alternância, proposta usada em áreas rurais para mesclar períodos em regime de internato na escola com outros em casa. Por 30 anos, a receita foi aplicada no Brasil por associações comunitárias sem o reconhecimento oficial. Agora, o Ministério da Educação (MEC) não apenas aceitou a Alternância como também quer vê-la ainda mais disseminada.

    A metodologia foi criada por camponeses da França em 1935. A intenção era evitar que os filhos gastassem a maior parte do dia no caminho de ida e volta para a escola ou que tivessem de ser enviados de vez para morar em centros urbanos. No Brasil, a iniciativa chegou com uma missão jesuíta, no Espírito Santo, em 1969. Logo se espalhou por 20 estados, em áreas onde o transporte escolar é difícil e a maioria dos pais trabalha no campo. Os alunos têm as disciplinas regulares do currículo do Ensino Fundamental e do Médio, além de outras voltadas à agropecuária. Quando retornam para casa, devem desenvolver projetos e aplicar as técnicas que aprenderam em hortas, pomares e criações.

    Até 1998, os estudantes que se formavam nessas instituições ainda precisavam prestar um exame supletivo para conseguir o diploma, mas no ano seguinte o regime foi legitimado pelo MEC. Hoje, são 258 escolas com pelo menos 20 mil estudantes em todo país - e índices de evasão baixíssimos (veja o mapa abaixo). O diretor de Educação para Diversidade do ministério, Armênio Bello Schmidt, é um entusiasta da modalidade. "Enfrentamos problemas para transportar alunos de áreas afastadas para o centro e muitas vezes eles não querem isso", diz. Schmidt afirma que mais escolas vão adotar a Alternância nos próximos anos, já que há a fila de espera por vagas.

Número de escolas de alternância no Brasil

Pé firme no campo, mas de olho na universidade. 

   A Escola Família Agrícola Riacho de Santana, a 846 quilômetros de Salvador, aplica a Alternância de 5ª a 8ª série, com conteúdo adicional de iniciação à agricultura, à zootecnia e à administração rural. Foi isso que fez Paulo Cezar Souza Calado, 16 anos, voltar a estudar depois de ter desistido na 7ª série, há dois anos. "Eu tinha aulas no centro e perdia mais de duas horas só para ir e voltar. Não via sentido. Aqui aprendi a fazer pocilga e horta. Quero fazer um curso de técnico agrícola e trabalhar com isso", projeta.

    No Centro Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia, em Pinhais, a 7 quilômetros de Curitiba, a maioria dos alunos demonstra interesse em ingressar na universidade - em geral, em cursos ligados ao campo. "Estamos disseminando conhecimentos agropecuários para pequenos produtores e ajudando a melhorar a vida de muita gente", entusiasma-se o diretor, Eduardo Kardush.

    Na escola, os alunos alternam períodos de três semanas na instituição com uma em casa. Enquanto estão na unidade, eles têm aulas das 7h30 às 12h e das 13h às 15h. No restante do tempo, têm disciplinas como agronomia e ecologia e ajudam a cuidar dos três hectares com horta, pomar e animais. Eles também fazem tarefas nos quartos e na cozinha. "Os funcionários são os responsáveis, mas os alunos participam de tudo", diz o diretor.

    Quando o dia acaba, todos se dirigem ao prédio do internato. Os dormitórios coletivos são divididos por estudantes do mesmo sexo e, preferencialmente, cidade. Os inspetores supervisionam a garotada, inclusive durante as atividades de lazer. Namoros só são permitidos com autorização dos pais por escrito.

Professores precisam conhecer a realidade do aluno.

    Diante de uma rotina tão distinta, o trabalho dos professores também muda bastante. A começar por um ponto básico: em uma semana por mês, as salas de aula estão vazias. É nesse período que eles elaboram seus planos de aula e projetos e, eventualmente, visitam as comunidades atendidas pela escola. "A visita é fundamental para o professor saber o que pode ou não exigir do aluno enquanto está em casa", garante Érica Cristina dos Santos, que leciona Língua Portuguesa. "Alguns lugares têm até internet e outros nem energia elétrica. É preciso sempre pensar em atividades flexíveis", diz.

    A professora de Geografia Rosa Caldeira de Moura destaca a facilidade de desenvolver projetos anuais. "No ensino tradicional, os alunos tendem a dispersar, mas aqui as atividades práticas servem de fio condutor", explica. Toda vez que a turma está para voltar para casa, ela pensa em um tema que possa ser visto na prática. Um exemplo é a erosão. Ela explica o fenômeno e os riscos que ele traz, depois ensina a reproduzi-lo em um pequeno espaço da horta, retirando raízes e acrescentando água. "O pessoal faz e não esquece nunca mais", garante.

    A autora do livro A Educação Rural no Brasil, Claudia Souza Passador, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), defende o uso em larga escala da Alternância, pois entende que ela valoriza o trabalho no campo. "A maioria das escolas estigmatiza o agricultor. As crianças são levadas a pensar que trabalhar na roça é para quem não tem estudo. Um erro. O conhecimento é útil em todas as áreas. O Brasil, especialmente, precisa de pessoas bem formadas para esse setor porque 80% dos municípios têm uma economia essencialmente rural", diz.

    Em Goiás, a 130 quilômetros de Goiânia, Daiane Naier da Silva se tornou uma entusiasta do método. Na Escola Família Agrícola de Goiás, a alternância é de duas semanas na instituição e duas em casa. Daiane dá aula de Matemática em dois períodos e, uma vez por semana, dorme na escola em esquema de revezamento para cuidar da garotada. Para ela, isso gera um relacionamento pessoal que leva a bons resultados. "Os alunos se tornam próximos e adquirem confiança na gente", afirma.

    Daiane destaca o diálogo constante com os jovens para entender seu cotidiano. Daí cria problemas com cabeças de boi e dúzias de frutas ou divisão de espaços semelhantes ao que fazem em casa. "Eles me explicaram como funciona a reforma agrária, as dificuldades que passam nos assentamentos e como fazem para contornar. Aqui a gente ensina, mas também aprende muito", conclui.

Urbano x rural

    O apoio oficial à Alternância ainda gera polêmica. Há a preocupação de que o método perpetue crianças e adolescentes no campo - caso em que a Educação não cumpriria seu papel de ampliar possibilidades. Segundo o diretor de Educação para a Diversidade do MEC, Armênio Bello Schmidt, os resultados mostram o contrário. "Cerca de 70% dos alunos de Alternância ingressam no Ensino Superior. Nas escolas públicas, esse índice é inferior a 60%", garante. Mestre em Educação pela Universidade do Estado da Bahia (UEB), Neurilene Martins Ribeiro afirma que o tema precisa de mais debate antes de se tornar uma política pública. Ela estudou a rotina de escolas rurais da chapada Diamantina e tem dúvidas sobre a aplicação da Alternância. "Por um lado, nossas políticas são muito urbano-centristas e precisamos valorizar o meio rural. Por outro, esse método pode acentuar a separação entre cidade e campo", conclui.

sábado, 2 de janeiro de 2021

 IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. 


PARA DOWNLOAD DO ARQUIVO CLIQUE AQUI

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

 

     

   COORDENAÇÃO DE ENSINO DO CAMPO

BNCC

 

Você poder fazer o download do arquivo PDF clicando AQUI

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Por Paulo Arns da Cunha*

 

A pandemia e os impactos irreversíveis na educação


    Mais de 1,5 bilhão de alunos e 60,3 milhões de professores de 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à pandemia do coronavírus. Nessa crise sem precedentes, de proporção global, educadores e famílias inteiras tiveram que lidar com a imprevisibilidade e, em benefício da vida, (re) aprendemos a ensinar de novas maneiras. Na China, cerca de 240 milhões de crianças e jovens se adaptaram rapidamente ao fechamento das instituições de ensino e passaram a ter aulas remotas em uma escala jamais vista, da educação básica ao ensino superior. Os chineses mostraram que é possível fechar as salas de aula sem parar de aprender. 


    Recebi um meme que traduz a mais pura realidade: não é o departamento de TI, o gestor de inovação ou o presidente visionário que está acelerando a digitalização das organizações. É a covid-19. Pelo simples fato de o isolamento social ter obrigado o mundo a se adaptar às formas digitais de trabalhar, ensinar, aprender e interagir.


    Uma questão a se pontuar é a desigualdade gigante entre os sistemas públicos e privados da educação básica — e a própria distância social entre as famílias dos estudantes. Enquanto alunos de escolas particulares aprendem por meio de diversos recursos e estratégias combinadas, como vídeo ao vivo ou gravado, envio de tarefas, mentoria e sessões em grupos menores para tirar dúvidas, muitos estudantes das escolas públicas sequer têm acesso à internet. 


    Além disso, nem todos os municípios possuem estrutura de tecnologia para oferta de ensino remoto e nem todos os professores têm a formação adequada para dar aulas virtuais. Outra realidade que complica a adesão de alunos às aulas on-line são os softwares utilizados para esse fim, que, em sua grande maioria, são desenvolvidos para funcionar em computadores — ambiente acessado atualmente por apenas 57% da população brasileira, segundo o IBGE. Muitas crianças da geração Z nunca ligaram um computador e 97% dos brasileiros acessam a internet pelo celular.


    Por isso, empresas, governos e organizações do mundo inteiro não estão medindo esforços para mobilizar recursos e aplicar soluções inovadoras e adaptadas ao contexto para oferecer aulas remotas e encontrar soluções equitativas para os 1,5 bilhão de alunos que estão em casa. É gratificante ver toda a mobilização global para aportar recursos e conhecimentos especializados em tecnologia, conectividade, inovação e criatividade a favor da educação.


    A questão é que fomos todos pegos de surpresa. Em maior ou menor grau, a comunidade teve que se adequar. E o ensino nunca mais voltará a ser o que era antes. Nos libertamos das paredes da sala de aula e descobrimos um mundo de oportunidades nas mãos dos jovens. Os professores vivenciaram novas formas de ensinar, novas ferramentas de avaliação — e os estudantes entenderam que precisam de organização, dedicação e planejamento para aprender no mundo digital.


    A crise do coronavírus terá efeitos perenes sobre a forma de aprender. O isolamento está criando novos hábitos e comportamentos, tanto nas famílias, quanto nas instituições de ensino, que estão revendo uma série de processos, estruturas e metodologias. Aprendemos que lidar com a imprevisibilidade exige um trabalho em grupo muito mais alinhado e que, mesmo distantes, podemos unir esforços em prol de um bem maior. Um exemplo? Nunca antes tinha visto tantos professores, de uma mesma disciplina e ano escolar, unidos no mundo digital para compartilhar atividades, experiências bem-sucedidas, tirar dúvidas e aprender uns com os outros.


    Toda crise é uma oportunidade de aprendermos algo novo e a única coisa que eu tenho certeza é que o mundo vai ser diferente depois do coronavírus. As crises ensinam aos que estão abertos ao novo. Espero, sinceramente, que depois dessa pandemia a educação volte melhor e mais forte. E que todos esses efeitos sejam irreversíveis.


*Paulo Arns da Cunha é diretor-executivo do Colégio Positivo.