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| Materiais gratuitos para baixar e imprimir |
Educampo CTA
Blog produzido pelas equipes administrativas e pedagógicas das escolas do campo do município de Coroatá.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
MATERIAL PARA DOWNLOAD
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
POR: REVISTA NOVA ESCOLA
O que ensinar em 2021: material mostra prioridades para o planejamento
Guia em PDF resume os objetivos de aprendizagem dos nove anos do Ensino Fundamental, de acordo com a BNCC, e aponta caminhos 2021.
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| Com tempo reduzido e desafios do ensino remoto, professores precisarão pensar em quais serão os focos do trabalho. |
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
RESULTADO DA ENQUETE
RESULTADO DA ENQUETE PARA ESCOLHA DO NOME DO BLOG
Votação realizada entre os dias 04 a 09 de fevereiro para a escolha no nome de nossa nova ferramenta de divulgação das ações pedagógicas das escolas da zona rural e também de materiais prontos para download.
Escolha feita pelos profissionais de Educação e referendada pelo resultado abaixo:
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
Escolha do nome do blog da Educação do Campo
Novo blog da educação do campo
Esta será mais uma ferramenta que irá aproximar as experiências pedagógicas, o conhecimento e as metodologias com o objetivo de divulgar o trabalho de todos os profissionais da educação coroataense.
👨🏽🏫🧑🏼🏫 Esse ambiente virtual é nosso, APROVEITEM!!!!
👉 Produziu algo bacana e contribuiu com o conhecimento dos nossos alunos? SIM!
💻📱 Quer compartilhar??
✅ Use o BLOG!!!!
📱🖥️ ACESSE, CONFIRA E VOTE!!!!
👉 VOTE ATÉ O DIA 09/02/2021 PARA ESCOLHER O NOME DO NOSSO BLOG!
🎯 CONTAMOS COM VOCÊ!
O MUNDO PRECISA CONHECER O PROFISSIONAL DE EXCELÊNCIA QUE VOCÊ É!!!!
Clique no link abaixo para votar:
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Educação
Secretaria Municipal de Educação retoma aulas em regime de alternância em 1º de março.
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| Coordenação de Ensino da Sede |
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| Coordenação de Ensino da Zona Rural |
terça-feira, 26 de janeiro de 2021
Início do ano letivo escolar
Secretaria Municipal de Educação realiza planejamento para início das aulas.
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| REUNIÃO REALIZADA NO COMPLEXO EDUCACIONAL |
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
Educação coroataense em foco
Pedagogia de alternância: a metodologia que mantém os jovens no campo
Este método intercala um período de convivência na sala de aula com outro no campo para diminuir a evasão escolar em áreas rurais.
A vida no campo também ensina. Esse é o preceito básico da Pedagogia de Alternância, proposta usada em áreas rurais para mesclar períodos em regime de internato na escola com outros em casa. Por 30 anos, a receita foi aplicada no Brasil por associações comunitárias sem o reconhecimento oficial. Agora, o Ministério da Educação (MEC) não apenas aceitou a Alternância como também quer vê-la ainda mais disseminada.
A metodologia foi criada por camponeses da França em 1935. A intenção era evitar que os filhos gastassem a maior parte do dia no caminho de ida e volta para a escola ou que tivessem de ser enviados de vez para morar em centros urbanos. No Brasil, a iniciativa chegou com uma missão jesuíta, no Espírito Santo, em 1969. Logo se espalhou por 20 estados, em áreas onde o transporte escolar é difícil e a maioria dos pais trabalha no campo. Os alunos têm as disciplinas regulares do currículo do Ensino Fundamental e do Médio, além de outras voltadas à agropecuária. Quando retornam para casa, devem desenvolver projetos e aplicar as técnicas que aprenderam em hortas, pomares e criações.
Até 1998, os estudantes que se formavam nessas instituições ainda precisavam prestar um exame supletivo para conseguir o diploma, mas no ano seguinte o regime foi legitimado pelo MEC. Hoje, são 258 escolas com pelo menos 20 mil estudantes em todo país - e índices de evasão baixíssimos (veja o mapa abaixo). O diretor de Educação para Diversidade do ministério, Armênio Bello Schmidt, é um entusiasta da modalidade. "Enfrentamos problemas para transportar alunos de áreas afastadas para o centro e muitas vezes eles não querem isso", diz. Schmidt afirma que mais escolas vão adotar a Alternância nos próximos anos, já que há a fila de espera por vagas.
Número de escolas de alternância no Brasil
sábado, 2 de janeiro de 2021
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
Por Paulo Arns da Cunha*
Mais de 1,5 bilhão de alunos e 60,3 milhões de professores de 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à pandemia do coronavírus. Nessa crise sem precedentes, de proporção global, educadores e famílias inteiras tiveram que lidar com a imprevisibilidade e, em benefício da vida, (re) aprendemos a ensinar de novas maneiras. Na China, cerca de 240 milhões de crianças e jovens se adaptaram rapidamente ao fechamento das instituições de ensino e passaram a ter aulas remotas em uma escala jamais vista, da educação básica ao ensino superior. Os chineses mostraram que é possível fechar as salas de aula sem parar de aprender.
Recebi um meme que traduz a mais pura realidade: não é o departamento de TI, o gestor de inovação ou o presidente visionário que está acelerando a digitalização das organizações. É a covid-19. Pelo simples fato de o isolamento social ter obrigado o mundo a se adaptar às formas digitais de trabalhar, ensinar, aprender e interagir.
Uma questão a se pontuar é a desigualdade gigante entre os sistemas públicos e privados da educação básica — e a própria distância social entre as famílias dos estudantes. Enquanto alunos de escolas particulares aprendem por meio de diversos recursos e estratégias combinadas, como vídeo ao vivo ou gravado, envio de tarefas, mentoria e sessões em grupos menores para tirar dúvidas, muitos estudantes das escolas públicas sequer têm acesso à internet.
Além disso, nem todos os municípios possuem estrutura de tecnologia para oferta de ensino remoto e nem todos os professores têm a formação adequada para dar aulas virtuais. Outra realidade que complica a adesão de alunos às aulas on-line são os softwares utilizados para esse fim, que, em sua grande maioria, são desenvolvidos para funcionar em computadores — ambiente acessado atualmente por apenas 57% da população brasileira, segundo o IBGE. Muitas crianças da geração Z nunca ligaram um computador e 97% dos brasileiros acessam a internet pelo celular.
Por isso, empresas, governos e organizações do mundo inteiro não estão medindo esforços para mobilizar recursos e aplicar soluções inovadoras e adaptadas ao contexto para oferecer aulas remotas e encontrar soluções equitativas para os 1,5 bilhão de alunos que estão em casa. É gratificante ver toda a mobilização global para aportar recursos e conhecimentos especializados em tecnologia, conectividade, inovação e criatividade a favor da educação.
A questão é que fomos todos pegos de surpresa. Em maior ou menor grau, a comunidade teve que se adequar. E o ensino nunca mais voltará a ser o que era antes. Nos libertamos das paredes da sala de aula e descobrimos um mundo de oportunidades nas mãos dos jovens. Os professores vivenciaram novas formas de ensinar, novas ferramentas de avaliação — e os estudantes entenderam que precisam de organização, dedicação e planejamento para aprender no mundo digital.
A crise do coronavírus terá efeitos perenes sobre a forma de aprender. O isolamento está criando novos hábitos e comportamentos, tanto nas famílias, quanto nas instituições de ensino, que estão revendo uma série de processos, estruturas e metodologias. Aprendemos que lidar com a imprevisibilidade exige um trabalho em grupo muito mais alinhado e que, mesmo distantes, podemos unir esforços em prol de um bem maior. Um exemplo? Nunca antes tinha visto tantos professores, de uma mesma disciplina e ano escolar, unidos no mundo digital para compartilhar atividades, experiências bem-sucedidas, tirar dúvidas e aprender uns com os outros.
Toda crise é uma oportunidade de aprendermos algo novo e a única coisa que eu tenho certeza é que o mundo vai ser diferente depois do coronavírus. As crises ensinam aos que estão abertos ao novo. Espero, sinceramente, que depois dessa pandemia a educação volte melhor e mais forte. E que todos esses efeitos sejam irreversíveis.
*Paulo Arns da Cunha é diretor-executivo do Colégio Positivo.




















